3D: Doctrina Digital

Implementando IPv6 en un Punto de Intercambio de Tráfico (Por: Roque Gagliano)

Resumen: Este documento da una descripción de cómo implementar IPv6 en un Punto de Intercambio de Tráfico (por sus siglas IXP en inglés y comúnmente llamados también NAP). Incluye información sobre la configuración de la matriz de conmutación, las opciones para el plan de direccionamiento y operaciones generales de gestión.

IPv6 en Debian

El domingo me tomé un tiempo para investigar algo acerca de IPv6, la nueva versión del protocolo IP.
El objetivo de mi investigación era conectar mi Debian Sarge recién instalado (desde disquettes) al 6bone, o sea al resto del mundo IPv6.

Los resultados de mi investigación son complacientemente simples, pues no se requiere de gran esfuerzo para lograrlo.

Requisitos:

* Una PC con Debian GNU/Linux sarge o sid (o etch)

* Kernel 2.6 (con soporte IPv6) (el kernel 2.6 de sarge o sid basta)

* Conexión a internet

* Un rato libre

Le domaine ht : au-delà des difficultés ! (Por: Jean-Marie Raymond Noel - Haiti)

1. Chronique d’une mort certaine

He tenido un sueño (Por: Jordi Palet Martínez - España)

Mi reloj me he despertado antes de lo previsto: ha nevado y la carretera esta peligrosa, y probablemente congestionada. Mi asistente electrónico ya ha puesto en marcha la cafetera y la tostadora. También ha avisado al taxi.

Domínios, registros, internet.Quem administra e controla o ambiente eletrônico? (Por: Cristiane Rozicki - Brasil)

É possível, e provável, que muitas pessoas conheçam estes detalhes que passarão a ser expostos. Mesmo assim, apresentar-se-á uma relação de informações relativas a coordenação do ambiente eletrônico, registro de domínios na internet e órgãos que têm poder decisório e administrativo neste ambiente de comunicação. Foi em busca de elementos e noções sobre este tema que apareceram algumas curiosidades.

ICANN parte 2: .br – o ccTLD1 como bem público (Por: Carlos Afonso - Brasil)

Texto adaptado de documento enviado ao Fórum Global sobre a
Governabilidade da Internet promovido pela Força Tarefa das Nações
Unidas para as TICs, Nova York, 25 e 26 de março de 2004.

Para que servem realmente os ccTLDs?

A aprovação para que fosse criada a Organização de Apoio aos Nomes de Domínio Primário de
Códigos de Países (ccNSO), reunindo as entidades responsáveis pela gestão dos ccTLDs (nomes
de domínio de primeiro nível de código de país) em cada país, na recente Reunião de Diretoria da

En Internet nada ocurre por decreto (Por: Carlos Silva Ponce de León - Mexico)

Hace más de un mes, los Registros de Internet (las entidades responsables de administrar los espacios de direcciones IP) así como otros grupos técnicos relacionados anunciaron un acuerdo de cooperación para soportar la adopción global de la nueva versión del protocolo de Internet (IPv6).

¿Cuál ha sido el impacto práctico del anuncio…? realmente ninguno y así lo entienden los mismos anunciantes que plantean su función como de divulgación y capacitación en la nueva tecnología, reconociendo tácitamente que les es imposible imponer un estándar al mercado.

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (Por: Karina Fiorini - Brasil)

O Ministério da Comunicação e o Ministério da Ciência e Tecnologia, respectivamente MC e MCT, em maio de 1995, através de uma Nota Conjunta, chegaram a conclusão de que para que houvesse uma efetiva participação social nas decisões sobre a implantação, administração e uso da Internet no Brasil, seria necessário a criação de um órgão: o Comitê Gestor Internet, que seria auxiliado pelos MC e MCT, realizando ações destinadas a incentivar a capacitação tecnológica do País na área de redes de alta velocidade, por entidades operadoras e gestoras de espinhas dorsais, por representantes de provedores

Os riscos do grande avanço na Democratização da Internet (Por: Newton Ripamonte - Brasil)

O “Meio Eletrônico” está apreensivo para que se conheça os nomes dos representantes que atuarão no Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGIbr, que serão divulgados pela Comissão Eleitoral(1) . Isso se deve aos impactos que podem resultar das deliberações do Comitê, vez que entre as principais medidas está a criação do comitê como pessoa jurídica, capaz de administrar a arrecadação de valores de registro de nomes de domínio, e uma maior democratização na escolha dos representantes. (art. 10 do Decreto nº 4.829 de 3 de setembro de 2003 que trata da regulamentação do Comitê).

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